O caso da ovelha Dolly
- Nathalia Santana

- 5 de out. de 2020
- 1 min de leitura
Atualizado: 7 de nov. de 2020
Infográfico por Giovanna Rebelatto/Infogram
No dia 22 de fevereiro de 1997, os cientistas trouxeram ao público a notícia de que haviam
clonado o primeiro mamífero, a partir de uma célula adulta. A ovelha Dolly - nome inspirado
na atriz Dolly Parton - já havia alcançado seus sete meses de vida quando foi apresentada ao
mundo.
Três ovelhas contribuíram para o nascimento de Dolly, uma forneceu o ovócito (óvulo
imaturo em estágio prévio de desenvolvimento), a segunda os cromossomos e a última foi
responsável pela gestação.
Para se fazer um clone basta substituir a metade de DNA que vem no óvulo e substituí-lo por
uma carga genética. Com um estímulo artificial, e sem haver a necessidade de um
espermatozoide, o óvulo se torna um novo ser vivo.
Galeria por Giovanna Rebelatto/Canva

Ovelha Dolly rodeada de jornalistas e fotógrafos (Divulgação/GettyImages).
O resultado é um clone idêntico ao do dono da célula doada. Ou seja, caso o doador tenha algum
problema o seu clone teria exatamente o mesmo “defeito” genético.
Dolly foi criada no Instituto Roslin (Escócia), viveu no local durante os 10 anos de vida e foi
eutanásia em 14 de janeiro de 2003, devido uma infecção pulmonar incurável.
Já imaginaram se esse experimento pudesse ocorrer com humanos? Pois bem, em 2001 a
emissora Rede Globo exibiu a telenovela chamada O Clone. A autora Glória Perez ficou
impressionada com o caso da ovelha Dolly e roteirizou o contexto de que pudéssemos clonar
um humano. A história tornou a novela um grande sucesso, inclusive no exterior.




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